sexta-feira, novembro 18, 2005

conto 2


Entrou no seu jeito balançado no alto do seu corpo esguio sentando-se na secretária ao fundo um breve olhar no monitor e fitou-me séria apoiando a mão no queixo
Podias bater uma punheta para eu ver!.....não achas bem?....sei lá apetece-me ver esporrar!....assim um caralho a esporrar quebrava esta pasmaceira.....não achas!....vai tu és um cool ....tira lá essa coisa para fora!.....estás a ver só eu é que vejo!....vai dá-lhe!...
Os seus olhos fitavam fixos no sobe e desce dos dedos na haste tesa entre as minhas pernas oculta pelo tampo da mesa apenas ela via lá do seu sitio nu da cintura para baixo trocávamos olhares cúmplices num jogo assumido
Vês?....já estou a ficar com a cona maluca!...achas bem?...a culpa é tua!...que é que eu te faço?....devia castigar-te não era?....ainda aí vou e comer-te esse caralho todo!....não achas bem?.....já viste?....eu aí montada nele engolia-o todo!....com a minha altura engolia essa coisa toda!.....aguentavas comigo?...achas?.....olha eu a pular á maluca em cima de ti!....havia de ser um must!.....estás a ver a cena?..... então ainda esporras hoje ou é para amanhã!....vai não posso perder muito tempo!....ainda entra aí alguém e te apanha com a picha na mão já viste o que era?.......já te estou a ver aí deitado na mesa nu da cintura para baixo com um castigo de borracha enfiado no cu já viste?.....era o máximo ..olha aquela tua amiga lá de baixo entrar aí ver-te assim !....ficava passada a mulher!....vê-la se te convida para bater assim uma punheta na frente dela?....vê-lá se não sou tua amiga?.... até te faço vir na minha frente esporra para aí caralho!.....
Dizia com os olhos brilhando fitando-me fixamente aguardando o liquido que saltou rápido em jactos seguidos caindo no soalho numa chuva viscosa juntou as mãos aplaudindo o facto com entusiasmo erguendo o seu corpo esguio avançando para mim pegando-me no braço levando-me com ela para a casa de banho fachada a porta não perdeu tempo baixando as calças e as cuecas curvou-se sobra a pia com o rabo redondo para mim
Vá enfia essa coisa homem!....tenho a cona á espera!....vai encava!....
Ordenou sem me olhar apontada a glande abriu as bordas húmidas furando afundando-se no buraco quente viscoso daquela rapariga alta esguia como uma cobra uma cuzada violenta das suas nalgas firmes consumou o engate como dois cães presos prontos para a foda rápida uma meia dúzia de estocadas durou aquela união veio-se breve sugando-me a haste com fulgor ordenhando-a entre as paredes da vulva numa sucção vigorosa de fêmea jovem poderosa arrancando esporra da pichota em abundância fazendo-me vir de forma violenta numa crueldade gostosa enfiada naquela pussy de mulher adulta uma estalo seco desfez o engate dos corpos ergueu-se num pulo atirando o rabo de cavalo dos seus cabelos negros para trás num gesto desprendido
Vês?....foi um must!....
Sorriu com ar de gaiata compondo-se á pressa correndo para o telemóvel que já há alguns minutos apitava

Naquele ano nas ferias havíamos mudado de casa ficando num espécie de apartamento no andar de baixo dois quartos e uma pequena sala unidos por um corredor o que me permitiu ficar sozinho num deles na primeira noite decidi dormir nu aproveitando o facto as horas passavam e não conseguia adormecer cheio de tesão com a pichota dura latejando deu-me vontade de mijar levantando-me para ir á casa de banho que ficava no andar de cima caminhando pelo corredor nu ao passar em frente do quarto onde a minha tia e a minha mãe dormiam juntas na mesma cama espreitei na porta deparando com elas dormindo semi nuas com as camisas de noite arregaçadas pelo calor viradas uma para a outra a minha tia com as pernas e o rabo á mostra exibindo as carnes gordas toda destapada fiquei a olhar para elas cheio de tesão começando a bater á punheta encostado á porta a certa altura a minha mãe mexeu-se encolhendo-se um pouco dobrando a perna direita ficando também com o rabo á mostra os pintelhos espreitando entre as coxas fazendo-me entesar a pichota ainda mais perante aquele espectáculo senti os tremores subindo da base da pichota vindo-me ali mesmo esporrando para o chão manchando o soalho de esporra ainda a tremer subi ao andar de cima receando ser apanhando assim nu pelos donos da casa quando voltei elas tinham-se virado estavam agora de costas com as pernas afastadas com a cona á mostra dormindo a sono solto ousei aproximar-me observando-as mais de perto tinha a pichota ainda tesa endurecendo mais ao vê-las assim de perna aberta as pintelheiras expostas com duas manchas escuras rodeando as conas a da tia praticamente oculta pelas carnes da barriga espreitando nos pelos num papo de cona largo de mulher gorda arriscando meti a cabeça entre as suas pernas aproximando o rosto sentindo o seu cheiro quase lhe tocando com os lábios resistindo no ultimo momento observando a da minha mãe recortando-se em todas as suas formas de lábios firmes emergindo num monte de vénus carnudo rodeado de uma pintelheira menor que a da tia sentia a pichota a rebentar de tesão aproximei o rosto da cona dobrando-me entre as suas pernas abertas sentido o apelo da vulva cheio de vontade de me enfiar nela sentindo seu calor um arrepio intenso subiu-me ao longo da espinha vindo-me na hora numa vontade irresistível esporrei ali junto á cama ao pé delas todo a tremer aparando a esporra com a mão com dificuldade não evitando que os primeiros jactos saltassem sobre elas caindo sobre as conas molhando-lhes os pintelhos um fio de liquido espesso corria pela coxa tia junto á virilha marcando-lhe a pele num rasto viscoso enquanto uma mancha viscosa brilhava sobre os pintelhos da minha mãe na parte superior da cona apertava a cabeça da pichota tentando evitar que pingasse para o chão afastei-me pé ante pé não fossem acordar e apanhar-me ali todo esporrado com a pichota na mão voltei para a cama dando voltas e mais voltas com as conas delas na cabeça cheio de tesão batendo á punheta sem cessar imaginado-me a fodê-las todo enfiado nelas excitado com a ideia pensando numa forma de o fazer no dia seguinte decidi-lhe pôr-lhes um calmante na comida que as ia fazer dormir profundamente esperei a meia noite passar perto das duas da manhã decidi avançar pelo corredor espreitando-as dormiam ambas esparramadas sobre a cama com as camisas de noite enroladas junto as mamas pelo calor que se faziam sentir maior que na noite anterior aproximei-me delas a pichota latejava tesa até mais não todo eu tremia tocando o a coxa a minha tia afagando-a esperando a sua reacção continuou a dormir profundamente afastei-lhe as coxas grossas passando-lhe a mão nos pelos deslizando até á cona afastando os pintelhos molhei os dedos com saliva separando-lhe as bordas enfiando pelo buraco viscoso até ao grelo rodando a ponta sentido-o ficar duro começando a latejar suspirou abrindo mais as pernas excitada com tesão subi na cama colocando-me entre as coxas dela molhando a cabeça da pichota com saliva cuspindo de novo nos dedos enfiando-lhos na cona apontei a glande nas bordas húmidas separando-as metendo-lhe a pichota lentamente sentindo o calor das paredes abraçando-me a haste tesa quase me vindo na hora com a emoção aguentei a custo afundando dentro dela até aos tomates fazendo-a gemer mexendo-se começando a rebolar as ancas meti a mão entre as pernas da minha mãe passando-lhe os dedos pela cona deslizando nos pintelhos enfiando o indicador entre os lábios mergulhando na viscosidade quente mexendo-lhe no grelo sentindo-o pulsar ficando duro começando a entesar contorcendo-se nos meus dedos a cona babando arrisquei uma foda na tia puxando a pichota para fora lentamente enfiando-lha de novo numa foda grande deslizando até ao fundo nas paredes esponjosas da sua cona sexagenária bem conservada para uma mulher da sua idade vivendo só por certo não estava habituada a Ter um caralho teso assim enfiado com eu estava agora fodi de novo indo-lhe á cona devagar sentindo chegar os primeiros sinais do orgasmo num arrepio ao longo pela espinha tirei a pichota antes que esporrasse sem querer deslizando para o meio das pernas da minha mãe passando-lhe a glande na cona húmida enfiando-lha lentamente gozando o momento segundo a segundo sentindo o calor da cona abraçando-me á medida que me afundava nela suavemente até aos tomates sentindo-a estremecer soltando um gemido quase me vindo no momento ficando quieto com o coração batendo forte de emoção sentindo a pichota pulsar apertada nas paredes macias da cona num abraço forte acalmando-me aos poucos arrisquei uma foda puxando a haste apara fora deixando apenas a cabeça lá dentro enfiando-lha de novo até aos tomates numa foda grande funda que me deixou estonteado gemi deliciado fodendo de novo uma e outra vez indo-lhe á cona com longas fodas deslizando nas paredes cremosas num vai vem suave ameaçando vir-me a qualquer momento parei aflito tentando segurar-me ela mexeu-se contraindo as ancas apertando-me entre as pernas respirando forte vindo-se empurrando a cona na minha direcção esporrei na hora tirando a pichota rapidamente não evitando deixar dentro dela os dois d primeiros jactos de esporra enfiei-me na cona da tia continuando-me a vir-me dentro dela fodendo-a uma e outra vez ela veio-se mal me sentiu dentro dela gemendo toda a tremer com as suas carnes a vibrar como uma corça fazendo a cama ranger com os balanços do seu corpo relaxando num longo suspiro tirei a pichota afastando-me olhando-as ali de perna aberta com as conas esporradas a da tia babando o liquido viscoso brilhando vivo nos pelos tremia ainda mal refeito da aventura fodera-as sem elas darem por isso vindo-me nas suas conas saborosas consumando os sonhos de muitas noites de tesão voltei para o meu quarto mal acreditando no que acontecera no dia seguinte não mostraram qualquer reacção sobre o que se passara devendo no entanto ter ficado surpreendias ao acordarem com as conas esporradas deixei paasar uns dias voltando a deitar-lhes o clamante na comida avansando para o quarto delas a meio da noite nu já mais afoito depois da outra noite abri-lhes as pernas destapando-as continuaram a dormir olhei as suas conas ali expostas totalmete passando-lhes os dedos molhados de saliva enfiando até aos grelos duros mexendo nas conas sentindo-as entesar nos meus dedos contorcendo-se em movimentos de copula mexendo as ancas com a respiração alterada as conas babando rodei a cama metendo-me entre as pernas da minha mãe apontei a pichota na cona dela separando as bordas com a glande vendo-a desaparecer entrando lentamente pela cona dentro sentido o calor humido das paredes abraçando-me á medida que afundadava senti-me vir tremendo não evitando largar um jacto de esporra sem querer detendo-me por momentos aguentando-me para não esporrar metendo devagarinho senti os tomates encostar nela respirei fundo estava todo enfiado no ninho cremoso palpitante sugado pelas paredes esponjosas num aperto suave abri-lhe mais as pernas puxando a pichota toda para fora metendo-lha de novo vendo-a desaparecer cona dentro envolvida pelo abraço das bordas num deslizar suave até os meus pintelhos encostarem nos dela soltando-me a cada foda arriscando uma estocada mais forte depois outra fazendo a cama balançar num ranger metálico acompanhando o ritmo com que me afundava nela senti-a vir-se apertando as coxas contra mim com força retesando-se uma e outra vez vindo-se sem espalhafato dei-lhe uma foda grande depois outra vindo-me tirei a pichota esporrando sobre ela esguichando-lhe sobre os pintelhos sobre a barriga esfreando-lhe a cabeça nos pelos lambuzando metendo-lha de novo na cona ficando assim engatado sentindo a cona latejando na haste tesa num consolo suave tirei-a metendo-me entre as coxas grossas da tia apontando a glande na sua cona humida afundando-me nela totalmente começando-a foder afastei-lhe a camisa de noite gagarrando-lhe nas mamas grandes sugando-lhe os bicos mamando nas tetas macias daquela sexagenária que se contorcia debaixo de mim levando na cona sem saber dormindo num limbo de tesão fodida pela minha pichota correndo-lhe a cona cremosa num vai e vem continuado dando-lhe estocadas fortes a espaços sacudindo as suas carnes moles em abalos poderosos a cama balançando ruidosa a cada investida fazendo abater os toamtes com força contra ela num shoc shoc molhado ela veio-se sem aviso gemendo toda a tremer num resfolgar ruidoso menos discreta que a minha mãe ainda assim nada demais para uma mulher percorrida pelo orgasmo a tia vinha se toda sacudida de alto abaixo senti os tremores ia-me vir e novo apesar de me ter esporrado á pouco com a minha mãe tornando a foda com a minha tia mais demorada apesar dos afagos da sua cona constantes na pichota meia tesa de inicio estava agora dura latejando tesa afundei na cona dela esporrando de novo lançando jactos atras de jactos na vulva idosa esvaindo-me dentro dela totalmente tirei a haste pingando esporra cobrindo-as com as mantas voltando para o meu quarto com as pernas ainda a tremer mal dera pelos passos do filho da dona da casa que entrara pela porta da sala vindo da rua passando no corredor quando estava enfiado na cona da minha mãe por sorte não me vendo ali a fode-las deitei-me adormecendo a meio das férias tivemos de voltar á casa antiga onde costumávamos ficar nos anos anteriores voltando a Ter que partilhar a cama com a minha tia como era habito na primeira noite tê-la ali ao pé de mim encostada no meu corpo nu da cintura para baixo fincando-me os joelhos nas pernas era uma tentação irresistível depois de Ter estado enfiado na sua cona virei-me de frente para ela cheio de tesão com a pichota enorme latejando roçando-lha na coxa nua tinha a camisa de noite toda arregaçada junto as mamas meti a mão devagarinho entre as coxas grossas furando na carne macia tentando atingir a cona apertou-as com força não me deixado avançar com os dedos desisti depois de varias tentativas na manhã seguinte acordei ela já se tinha levantado a minha mãe entrou com o café da manhã sentando-se na beira da cama vendo-me comer como costumava fazer a certa altura sem eu esperar afastou-me os lençóis com um gesto repentino olhando-me para a pichota fixamente sem dizer nada na certa a tia tinha comentado com ela algo sobre o que acontecera de noite comecei a ficar com ela tesa sem poder evitar sentia a inchar latejando crescendo cada vez mais tesa deixando-me constrangido com a situação ali com a pichota tesa na frente da minha mãe sem saber o que fazer então ela agarrou-lhe começando-me a bater á punheta deslizando a mão com suavidade ao longo dela puxando a pele para baixo expondo a cabeça inchada totalmente punhetando-me apanhando-me de surpresa deita-te para baixo falou acabara de comer sem pensar recostei-me sobre o travesseiro com a pichota quase a estourar de tão tesa que estava erguendo-se erecta pulsando na mão dela senti-me vir ela percebeu acelerando os movimentos da mão esporrei sem querer vindo-me na frente dela esporrando na sua mão o liquido jorrou em golfadas espessas saltando caindo sobre o lençol escorrendo-lhe pelos dedos numa esporradela imensa a tia entrou nesse momento olhando-nos cúmplice ele já se esporrou?....já!...disse a minha mãe sem perder a compostura mantendo seu ar serio distante limpando os dedos ao lençol a tia subiu para a cama deitando-se a meu lado chegando-se agarrou-me na pichota cheia de esporra passando-lhe a língua pela cabeça lambendo devagar fazes-lhe assim? Perguntou a minha mãe como é que queres que ele fique com ela tesa outra vez?... assim é a melhor maneira!....lá isso é!.... concordou vendo a minha tia chupar-me a pichota num broche lento mamando-a toda enfiando-a na boca sugando uma e outra vez em breve estava com ela tesa de novo já está boa!...vá!!.... disse a minha mãe abrindo a bata não trazia nada por baixo subiu na cama pondo-me uma perna da cada lado colocando a cabeça da pichota na entrada da cona descendo lentamente enfiando-a toda gemi sentindo o abraço quente húmido das paredes sugando-me para dentro quase me vindo na hora tentando aguentar respirando aflito contendo-me para não esporra a tia beijou-me na boca enfiando-me a língua num linguado lento vagaroso tremia descontrolado acompanhando os movimentos da minha mãe sentada sobre mim mexendo a cona fodendo movendo as ancas para afrente para trás numa cadencia suave fode vá anda! dizia baixinho vendo a tia beijando-me com a sua boca quente roçando a língua na minha senti a minha mãe retesar apertando as pernas contra mim com uma força crescente respirando forte de uma forma que bem conhecia de a ouvir vir-se na cama lá em casa a dormir durante a noite apoiou as mãos sobre o meu peito vindo-se ao fim de meia dúzia de fodas sacudida pelo orgasmo de forma contida sem espalhafato nisso saia a ela vinha-me em poucas fodas como ela quase ao mesmo tempo esporrei ela tirou a pichota da cona com um movimento rápido esfregando-ma contra ela deixando a esporra esguichar sobre os pintelhos jacto após jacto vim-me gozando o momento intensamente percorrido pelo gozo relaxando ela saiu de cima de mim deitando-se meu lado a tia abraçou-me puxando-me para o meio das suas pernas mete-me a pichota vai! Falou baixinho estava com ela ainda meia tesa ajeitei a cabeça nas bordas húmidas enfiando-lha na cona ficando dentro dela embalado pelo pulsar das paredes contraindo-se cheias de tesão não tardando a ficar com ela tesa de novo indo-lhe á cona sentindo-a vir debaixo de mim gemendo menos contida que a minha mãe que olhava para nos com a mão metida na cona vendo-nos foder ofegantes durante o resto do dia não se falou sobre o assunto agindo come se nada se tivesse passado á noite dormi com a minha mãe caímos na cama apagou a luz chegou-se para mim agarrando-me na pichota começando-me a bater á punheta já estava com ela tesa quando entrei na cama mais tesa ficou crescendo nos seus dedos a cada movimento meti-lhe a mão entre as pernas abriu-as deixando-me mexer á vontade na sua cona húmida enfiei-lhe os dedos tocando-lhe no grelo duro pulsante arrancando-lhe um leve gemido metendo-me entre as suas coxas apontando a pichota pressionando a glande contra as bordas sentindo o calor húmido envolvendo-a á medida que mergulhava quase me vindo na hora parei um pouco com o coração abater forte enfiando-lha até aos tomates suavemente soltando um gemido ficamos assim engatados uns quantos minutos saboreando a pichota pulsando tesa apertada nas paredes cremosas contraindo-se á volta dela num abraço macio puxei a haste para fora lentamente enfiando-lha de novo até aos tomates num foda grande seguida de outra e mais outra indo-lhe á cona com vontade a cama balançava rangendo um pouco fode devagar!.....faz devagar!...se não eles ouvem!....falou baixinho acalmando-me receosa colocando-me as mãos no rabo guiando a cadencia com que lhe ia á cona apertou-as pernas á minha volta com força acelerando a respiração começando a vir-se retesando-se arqueando o corpo empurrando a cona contra a pichota vindo-se toda esporrei vindo-me com ela em simultâneo sentindo o gozo subindo irresistível pelo corpo todo fiz menção de tirar a pichota mas ela impediu-me segurando-me apertando-me as mãos no rabo puxando-me para ela a esporra jorrou dentro da cona numa sucessão de jactos ansiosa sugada á exaustão ficamos engatados afagou-me o rabo enfiando-me o dedo no cu mexendo lentamente para fora e para dentro gemi está calado então?....sussurrou enfiando-me o dedo mais fundo rodando a ponta molhada de saliva no anus ficando assim largos minutos sentia a pichota a crescer a cada mergulho do dedo dela no meu cu entesando de novo latejando dentro da cona começando-a foder outra vez rebolando os corpos de em simultâneo numa cadencia suave metendo-lhe a pichota fundo na cona deslizando nas paredes cremosas devagar espantado por estar a aguentar tanto sem me vir arrisquei uma estocada mais forte fazendo os tomates bateram na cona arrancando-lhe um gemido mais forte fode devagar !....fode filho fode devagar!....gemeu sem deixar de me mexer com o dedo no cu apertando as pernas contra mim senti um arrepio por mim acima não resistindo foder com mais força fazendo-a vir junto comigo pela Segunda vez no preciso momento em que a porta da rua se abria e a luz se acendeu no corredor os donos da casa chegavam sempre aquela hora da noite ficamos quietos relaxando aos poucas deixando que eles se deitassem a pichota saltou da cona viscosa sem força meia murcha deitamos um para cada lado adormecendo na manhã seguinte a tia entrou com o café da manhã olhando-nos com ar cúmplice de quem sabe que estivemos a foder durante a noite deitou-se a meu lado em camisa de noite puxando-a para junto das mamas ficando com a cona as pernas e o rabo á mostra beijando-me na boca levou a mão entre as minhas pernas agarrando-me na pichota punhetando suavemente pondo-a tesa abriu as pernas puxando-me para o meio delas enfiando-a na cona Ho! Rapariga tu tens cá um conão!....olha para isso!..... comentou a minha mãe vendo-me afundar nela até aos tomates disparate tenho um conão!....é uma cona como as outras!....respondeu a tia encolhendo os ombros a pichota do rapaz desaparece engolida nesse buracão!....rapariga!....insistiu a minha mãe provocando a minha tia enquanto eu a fodia acabando por esporrar dentro dela pondo fim á conversa a tia veio-se sacudida de cima a baixo como era seu jeito saímos para a praia estava enevoado a certa altura a minha mãe disse queres ir dar uma volta acompanhei-a caminhando pela areia junto ao mar quando já estávamos longe não se via ninguém por perto pôs-me o braço á volta da cintura chegando-se para mim pus o braço á volta dela prosseguindo assim abraçados desci a mão afagando-lhe o rabo apalpando-lhe o cu todo á medida que andávamos senti a pichota a entesar dentro dos calções fazendo um alto no tecido tirei a caminhando com ela de fora balançando tesa com a cabeça inchada brilhando molhada pelos salpicos das ondas paramos subindo para as dunas deitando na areia macia junto ás canas agarrou-me na pichota punhetando devagar meti-lhe a mão entre as pernas por dentro do fato de banho mexendo-lhe na cona viscosa fodendo-lhe o grelo cheios de tesão rodamos tirei os calções a minha mãe puxou o fato de banho para o lado junto á virilha destapando a cona apontei a pichota na abertura enfiando-me nela deslizando pelas paredes cremosas dentro toldado pelo abraço quente húmido quase me vindo ai que me venho!....gemi aguenta atão?...falou enfastiada segurei-me a custo começando-a foder ali deitada na areia ao som das ondas indo-lhe á cona com fodas grandes numa cadencia pausada escondidos pelas canas sentia os salpicos da cacimba no rabo caindo na carne nua acelerando a foda espetei com força um par de vezes o suficiente para nos virmos sacudidos pelo orgasmo respirando forte retesando os corpos em contracções seguidas tirando a pichota ainda a esporrar deitando-lhe os últimos jactos sobre os pintelhos espalhou o liquido viscoso nos pelos agachando-se começando a mijar um fio branco brotou caindo na areia fazendo uma poça entre as suas pernas apontei a pichota para o mesmo sitio mijando junto com ela vendo o liquido misturar-se na areia ajeitou ao fato de banho entre as pernas subimos caminhando pelas dunas abraçados ao fim de uns metro ouvimos vozes vendo dois garotos sentados ao colo um do outro metidos entre a vegetação peguei-lhe no braço dando a volta subimos a duna deparando com eles lá em baixo agora deitados na areia um sobre o outro com os calções em baixo deitamos ficando a ver sem que eles dessem pela nossa presença deviam andar pela mesma idade o que estava por cima tinha a pichota tesa apontou-a entre as nalgas do outro empurrando a cabeça com os dedos enfiando-lha no anus com toda a facilidade a minha mãe olhou para mim chegando-se mais observando-os atentamente dá fodas grande fode!...isso outra dá um foda grande!....dizia o garoto levando no cu com a pichota do outro toda enfiada entrando e saindo sentia a minha tesa latejando dentro dos calções apertada entre a barriga e areia a mão da minha mãe veio de mansinho afagando-me o rabo entrando por baixo do tecido enfiou-me o dedo no cu mexendo esporrei-me na hora esguichando esporra contra a barriga encharcando-me todo a minha mãe tinha a mão enfiada na cona punhetando-se vindo-se também eles entretanto tinham desaparecido ficamos ali ao lado um do outro vindo-nos de novo ela fodendo a cona eu a pichota batendo á punheta com a minha mãe numa cumplicidade total descemos para a praia encontrando a minha tia que regressava do seu passeio matinal á beira mar ai os meninos andam na foda é?....falou olhando-nos com ar cúmplice perante o nosso silencio regressamos a casa a minha tia entretanto ausentou-se uns dias para casa de uns amigos ficando só com a minha mãe dando inicio a uma espécie de namoro contido fodiamos todas as noites ás vezes mais do que uma vez dependendo da tesão com que estávamos comprei-lhe uma cuecas de fio dental e uma mini saia para usar quando saia comigo ás escondidas parávamos o carro na falésia num local deserto ela com as pernas todas á mostra sentada a meu lado com as cuecas entaladas na cona e no rabo como uma garota íamos para o banco de trás tirava-lhe as cuecas vinha sobre mim
colocando uma perna de cada lado apoiando as mãos nos meus ombros descendo enquanto eu segurava a pichota tesa na vertical. Parando quando a cabeça tocou na entrada da cona segurei a pela cintura puxando-a fi-la descer de uma só vez. Enfiando-lhe a pichota de uma tacada só pela vagina, dentro arrancando-lhe um gemido respirando ofegante. Começando a foder subindo e descendo na pichota rebolando as ancas num cadencia suave em fodendo comigo ali escondidos como dois namorados afagando-lhe o rabo as pernas numa ânsia febril a pichota correndo na cona sexagenária fazendo-a vir apertando-se contra mim num abraço forte das suas coxas vibrando num orgasmo longo respirando afogueada no meu pescoço senti um arrepio vindo-me com ela apertando-a com força todo enfiado nela esporrando um esguicho de atrás do outro. Dentro da cona ofegante a minha mãe levantou-se do meu colo cambaleante no momento em que duas pessoas passavam na estrada a alguns metros de nós não nos vendo a foder por pouco voltamos para casa como estávamos sozinhos naquele dia continuou de mini saia agora sem cuecas tornando fácil o encontro da cona com a pichota a toda a hora na cozinha dobrada sobre a mesa á janela enfiando-lha por trás sem que ninguém visse da rua em fodas breves rápidas que nos deixavam atordoados culminando a seguir ao jantar quando entramos no quarto ás escuras para ela tirar a saia pois já haviam gente em casa deitei-a na beira cama de costas levantando-lhe as pernas enfiando-lhe a pichota com uma estocada forte começando a foder ouvido as vozes na cozinha demos uma foda gostosa que nos deixou a tremer a minha mãe voltou para a cozinha com a cona cheia de esporra já com a bata vestida com o seu ar serio distante no dia seguinte a minha namorada veio vizitar-me encontrando-nos na praia deitamos na toalha de barriga para baixo começamo-nos a a beijar escondia a pichota tesa apertada contra a areia para não se notar pelas amigas a minha mãe que conversava com elas sem deixar de olhar de soslaio para nós seguindo os nossos movimentos viramos de frente um para o outro entrelaçando os corpos a minha namorada apertava-me a cona contra a pichota rodando-mo com as suas coxas grossas roliças afagava-lhas as nalgas carnudas nuas apenas vincadas pelo fio dental do bikini cheios de vontade de foder ali mesmo na frente delas levantamos começandoa a caminhar pela praia fora fomos para as duas deitei-me de costas sobre a areia ela tirou o bikini ficando nua na minha frente ajoelhou agarrando-me na pichota começando a punhetar devagar deitou-se a meu lado abrindo as pernas meti-me entre elas agarrou-me na pichota apontando-a na cona senti o calor humido na glande enfiando-me nela até aos tomates esporrando na hora vindo-me tirei a pichota esporrando-lhe na barriga deixando-lhe um fio viscoso sobre a pele a minha mãe chogou nesse momento seguira-nos já se veio?..comentou já! respondeu a minha namorada sente-se aqui junte-se a nós!....prosseguiu a minha mãe sentou-se na areia enfiando-me o dedo no cu começando a mexer para dentro e para fora fazendo a pichota crescer de novo tesa enfiei-me na cona da Alda começando-a foder faz-me mal pediu para que lhe apertasse as mamas com força fazendo-a gemer vindo-se na hora esporrei dentro dela no imediato beijou-me o fegante agora fodam vocês!....falou sem perder tempo enfiei a pichota ainda meio tesa na cona dela babando dos dedos dela afundando-me totalmente numa foda grande funda seguida de outra e mais outra indo-lhe á cona perante o gaudio da minha namorada seguindo a nossa foda atentemante viemo-nos quase em sumulteneo como era costume saindo dali regressando para junto dos outros como se nada fosse á noite saimos os tês elas de mini saia revesando-se nos apalpões nas caricias na pichota afagava-lhes as pernas nuas as conas os rabos descemos entre os barcos encalhados na praia pequena vamos-lhe bater á punheta!..falou a minha namorada encostando-me contra uma lancha tirando-me a pichota para fora punhetando ao mesmo tempo que me beijava na boca a mão da minha mãe juntou-se á dela partilhando a pichota entre as duas fazendo-me esporrar vim-me todo a tremer esporrando na mão delas lambuzando-lhes os dedos de esporra a Alda levou-os á boca lambendo a esporra com uma puta enfiando a outra mão por baixo da saia da minha mãe metendo-lhe os dedos na cona lambuzados da minha esporra começando-a foder vão-se esporrar os dois na minha mão!..falou baxinho .....dias depois na hora da sesta estavamos deitados a foder quando a minha tia entrou ai os meninos estão na foda?....deixem-se estar!....falou trasia um dildo na cintura subiu na cama afgarrando-me por tras apontando-mo no cu enfiando-mo pelo anus dentro gemi apertado sobre a minha mãe sentido aquela coisa dura enfiada no recto então fazes-lhe assim vais-lhe ao cu?.....falou a minha mãe para ela vou hoje vai ser enrabado vai levar aqui neste cu que se fode!....vá espeta-lhe a cona fode a tua mãe!....heia!....isso fode-lhe a cona toda rapaz!....dizia enfiando-me o pénis de borracha todo no cu num vai e vem compassado gemia entalado entre a minha mãe e a minha tia fodendo fodendo uma e sendo fodido pela outra constrangido por estas a ser enrabado na frente da minha mãe apesar de ser uma mulher que me estava a ir ao cu esporrei-me todo vindo-me dentro da minha mãe antes dela se vir pela primeira vez apertando o cu com força no pénis de borracha em contrações sucessivas ai estou-me a vir estou-me a vir ! não consigo aguentar!....gemi em ar de desculpa deixa lá esporra!...vem-te á vontade sossegou ela compreensiva continuei a fodê-la acabando por a fazer vir ficando sobre ela sem reagir a minha tia tirou-me o dildo do cu afastando-se deixando-nos sós a mão da mimha mãe passou-me entre o rego afagando-me o anus aberto num consolo suave massajando-me adormeci mais tarde fui dar com elas na cozinha a minha mãe sentada no colo daminha tia de costas para ela com o penis de borrcha enfiado no cu mexendo na cona com a mão anda cá enfia-lhe a pichota na cona!....ordenou a minha tia no seu jeito autoritário eetsva nu da cintura para baixo o que facilitou as coisas enfiei a pichota na cona da minha mãe dobrando um pouco os joelhos para ficar á altura dela começando-a foder levando no cu e na cona ao mesmo tempo entalada entre mim e a minha tia ai livra que isto assim é demais vai fode-me filho!...mete o caralhinho mete!....venho-me toda!....ai venho-me toda!....gemia perdendo a compustura pela primeira vez sempre discreta a vir-se gemia alto desta vez não se contendo com aquela dupla penetração mal ela seaclamou a minha tia fê-la sair do seu colo mandando-me sentar nele tomando o lugar da minha mãe enfiando-me o penis de borracha no cu com havia feito com ela ai tia!...nada de mariquices!....senta-te e cala-te ! falou rispida anda rapariga enfia a pichota dele na cona vá agarra-te a ela e fode-o!...a minha mãe agarrou-me na pichota enfiando-a na cona sentando-se no meu colo apertando-se contra mim fiquei no meio delas com uma picha enfiada no cu outra na cona esporrando-me em poucos minutos vindo-me na minha mãe todo a tremer num orgasmo longo ansioso apertando anus na borracha deseperado a cada jorro que saia dentro de mim deixando-me derreado a minha mãe ergueu-se a pichota saiu-lhe da cona com um estálo mulhado escorrendo esporra fez tensão de me levantar mas a minha tia não consentiu deixo-o estar deixa-o ficar com apicha enfiada no cu mais um bocado!....falou seguando-me pela cintura mantendo-me assim empaldo no seu colo mais uns minutos depois fez a minha mãe dobrar sobre a mesa mandando-me fazer o mesmo dando-nos palmadas no rabo com força deixando-nos o cu arder enfiou-me a picha de borracha pelo cu dentro começando-me a enrabar depoie enfiou-a na minha mãe indo-lhe ao cu enrabando-nos á vez gemiamos ali detado sobre a pedra fria da mesa levando no cu fode a cona rapariga vai coça esse grelo!....e tu fode a pichota barte a punheta rapaz!.....metia a mão entre as pernas agarrando na pichota começando a bater á punheta obediente enquando a minha mãe fodia a cona com a mão enfiada entre as pernas sacudida pelas estocadas da picha de borracha entrando-lhe no cu profundamente a certa altura a minha tia agarrou-me colocando-me atras da minha minha mãe com a pichota tesa metida entre as nalagas dela apontando no buraco aberto pela borracha segurrou-me enfiando-me a borracha no cu até ao fundo fazendo-me cair sobre as costas da minha mãe empurrando-me dei comigo com a pichota enfiada no cu dela até aos colhões apertada no seu intstino obrigando-me a enraba-la ao mesmo tempo que ela me ia ao cu esporrei-me em maia duzia de fodas vindo-me todo no cu da minha mãe empalado pela minha tia entalado entre elas sentia as pernas a tremer deitado sobre a minha mãe despejando-lhe jorros sucessivos de esporra dentro do cu apertando o anus na borracha a cada ejeculação até que a minha tia me libertou tirando-me a picha de borracha do cu a minha saltou do anus da minha mãe escorrendo esporra que lhe corria pelas pernas abaixo em longos fios viscosos enfia-lha na cona agora rapaz!....vamos fode-a!....fode a tua mãe rapaz!..estou a foder tia estou a foder!...gemia todo enfiado na cona da minha mãe metendo o caralho entre as pernas indo-lhe por tras levando palmadas no cu ao mesmo tempo a minha tia ...batia-me com força vamos venham-se os dois !..venham-se!.....toca a esporrar essa pichota nessa cona esporrei vindo-me ao mesmo tempo que a minha mãe gemendo ás ordens da minha tia ali engatados sobre a mesa da cozinha ............descemos ao andar de baixo para a habitual vizita a casa da vizinha a seguir ao jantar passado um bocado vim até ao quintal o nevoeiro caira com o chegar da noite a minha mãe surgiu dirigindo-se á arrecadação ao fundo do quintal seguia entrando atras dela estava escuro lá dentro ela tacteava junto á maquina de costura junto da janela em busca de algo agarrei-a por tras apertando-a contra mim presa pela cintura o que é que tu queres deixa-me ver se encontro a saia da tua tia!...falou tentando a fastar-me sem exito rodamos fi-la encostar á parede em frente que sevia de divisória levantando-lhe a bata baixando-lhe as cuecas num gesto rápido tirei a pichota encostando-lha entre as nalgas roçando-lha no cu abre as pernas!...falei então aqui agora aqui é queres fazer isso?....que é que tem?...vá deixa meter a pichota deixa enfiar....vai assim na cona vá!.....insisti tacteando-lhe entre as pernas apontando a cabeça nos pelos humidos colocada na entrada da cona enfiando-lha lentamente no poço quente cremoso suspiramos consumando o engate já está!....toda lá dentro!....vá vamos dar uma foda grande!....vê lá se vem ai alguem e nos apanham aqui nestes propositos!....falou preocupada balançando comigo levando na cona fodiamos agarrados ali no escuro corria-lhe a cona com a pichota entrando-lhe por tras entre as pernas furando vulva dentro numa cadencia suave escutando as vozes da minha tia e da vizinha lá dentro da casa continuando a conversar animadas vá anda lá vem-te esporra lá depressa!...vê se te despachas!....falou minha mãe com as pernas a tremer prestes a vir-se estou quase !!!!...espetei uma e outra vez sentindo-me vir pronto estou a esporrar estou a esporrar assim vá assim!.......suspirei sentindo a esporra sair saltando em golfadas dentro da cona tirei rápido esguichando-lhe contra o rabo num jorro final deixando-a com a esporra a correr pelas pernas abaixo limpou-se ás cuecas compondo-se á pressa perante o chamamento da minha tia estranhando a demora dela estás a ver aquela puta já está a chamar!....falou saindo porta fora deixei-me ficar voltou minutos de pois com a pressa esquecera-se da saia olha para isso!...então ainda tesás assim olha que dispartateai nessa figura com a pichota tesa se !alguem te vê assim!!?...falou vendo-me com as calças em baixo e a pichota apontando em riste sem dizer nada agarei-a fazendo-a inclinar sobre a maquina de costura puxando-lhe as cuecas para o meio das pernas outra vez enfiando-lhe a pichota entre as coxas entrando-lhe na cona com uma estocada suave então já não chegou á bocado?....fazemos depois logo na cama!...protestou sem convicção é na cama e é agora!....disse puxando a pichota para fora enfiando-lha de novo até aos tomates afundando-me na cona cremosa repetindo de novo numa cadencia macia fodendo sem pressa ela estava com a bata levantada para o meio das costas quase nua com as cuecas caidas aos pés o marido da vizinha entrou nesse momento vindo da rua passando á nossa frente sem nos ver ali acoitados atras da janela sobressaltando-nos por instantes continuamos a foder seguindo os seus movimetos vendo-o entrar na casa de banho que ficava em frente tirando o caralho começando a mijar com a porta aberta não lhe passando pela cabeça que nos estavamos ali a ver engatados fodendo no escuro aumentando a nossa tesão com aquala cena ele abanava a pichota mexendo-lhe com a mão começou a bater á punheta com ela tesa tinha quase o dobro da minha proporcional ao seu corpo grande saiu com ela de fora punhetando ficou a espreitar a mulher e a minha tia pela janela da cozinha para onde elas se tinham deslocado entretanto a minha mãe olhava para ele surpreendida vendo aquela haste grossa recortando-se na semi-escuridão do quintal de repente ele começou a esporrar vindo-se encolhido sobre si proprio lançando grossos jorros de esporra sobre as plantas por baixo da janela continuo viemo-nos os dois sacudidos por tremores sucessivos num engate delicioso a esporra jorrava dentro da cona saindo em jorros um atras do outro suspiravamos dobrados sobre a maquina ficando assim engatados até ele entrar em casa dirigindo-se para o quarto sem entrar na cozinha tirei a pichota passando-lha nas nalgas cobrindo-as de esporra cremosa puxei as cuecas á minha mãe enfiando-lhas no rego atras e entaladas na cona á frente entre as bordas esporradas apalpando-lhe o cu com as duas mãos sentindo as carnes fofas macias deslizando nos dedos enquanto ela se compunha ajeitando a bata saindo como se nada fosse ainda com as pernas a tremer entramos na cozinha..... subimos já depois da meia noite entrei no quarto a minha mãe estava junto á cama em camisa de noite pronta para se enfiar na cama apaguei a luz dando-lhe uma palamada no rabo ao passar por ela levantando-lhe a camisa para cima para ao pé das mamas fazendo-a deitar-se assim sobre os lençois nua das mamas para baixo juntando-me a ela sobre os cobertores meti-lhe a mão na cona mexendo-lhe no grelo chegou-se a mim agarrando-me na pichota fazendo-a deslizar tesa entre os seus dedos punhetando-me suavemente sem dizer nada abriu as pernas deitando-se de costas recebendo-me entre as suas coxas colocou a cabeça da pichota na entrada da cona enfiei devagarinho empurrando-a para dentro até aos tomates afundando-me todo quase me vindo suspiramos ambos consolados sentia o palpitar da cona sugando a pichota no seu interior quente cremoso em contracções cadenciadas comecei a foder deslizando no interior viscoso num chapinhar molhado espetando-a fundo em cada descida ao abismo da tesão apertava-me com força entre as pernas sinal de que se estava quase a vir acelarei a cadencia das fodas fazendo-a vir suspirando apertando-me com força entre as pernas em contrações sucessivas esporrei na hora vindo-me com ela sacudidos em ondas de tesão a pichota jorrando esporra em jactos seguidos contra as paredes macias ficamos engatados sem tirar a pichota de dentro dela saboreando a foda longamente meteu-me o dedo no cu mexendo devagar fazendo-me tesão enfiando fundo no anus um depois dois dedos fodendo devagar levando tesão á pichota de novo inchando dentro da cona a cada investida no recto recemecei a ir-lhe á cona de novo numa cadencia espassada dando uma foda aguardando alguns minutos antes de dar outra continuando assim bateram as quatro da manhã no relogio do corredor e nós engatados ainda fodendo a espaços esporrando vindo-nos vezes sem conta por fim rodamos ficando de lado de frente um para o outro a pichota saltou da cona meio murcha sem força coberta de liquido viscoso deixando na cama um cheiro forte a esporra subindo do meio das nossas pernas adormecendo ..............